S/A Sala Aberta – Ricardo Antunes

Ricardo Antunes é Professor Titular de Sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP. Foi Visiting Research Fellow na Universidade de SUSSEX, Inglaterra. Recebeu o Prêmio Zeferino Vaz da Unicamp (2003) e a Cátedra Florestan Fernandes da CLACSO (2002) e a Medalha (Comenda) do Tribunal Superior do Trabalho (TST). (2013). Publicou recentemente The Meanings of Work (Essay on the Affirmation and Negation of Work). Leiden/Boston: Brill/HM Book Series/FAPESP, 2013. Publicado também nos EUA (Haymarket Books, Chicago, 2013) e na Índia (Aakar Books, Delhi, 2015), além de Itália (Jaca Book, 2006) e Argentina (Herramienta, 2013, 2a. edição), a partir da edição original publicada pela Boitempo; Addio al lavoro? Trasformazioni e centralità del lavoro nella globalizzazione (nova edição revista, atualizada e ampliada), Edizioni Ca?Foscari, Veneza, 2015, publicado também na Espanha, Argentina, Colômbia e Venezuela, a partir da edição original publicada pela Cortez, dentre vários outros livros. Coordena as Coleções Mundo do Trabalho (Boitempo) e Trabalho e Emancipação (Expressão Popular). Publicou artigos em revistas acadêmicas na França, Inglaterra, EUA, Itália, Portugal, Espanha, Suiça, Alemanha, Índia, Canadá, Argentina, Colômbia, Equador, etc. Membro do Comitê Científico e Professor convidado da Master sull?Immigrazione. Fenomeni Migratori e Trasformazioni Sociali da Universidade Ca? Foscari de Veneza. Mministrou cursos e conferências em várias universidades na Europa, América (Norte e Sul) e Ásia. Temas de interesse: sociologia do trabalho; teoria social; ontologia do ser social; nova morfologia do trabalho; trabalho e centralidade; classe trabalhadora; ação e consciência; sindicalismo e movimento operário (texto informado pelo autor).

Category: Entrevistas
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- ADunicamp, 38 anos de história - Criada em 1977, em meio a uma ditadura militar que completava 13 anos de instalação e de forte repressão a tudo e todos que se opunham a ela (incluídos nesta conta a imprensa em geral, sindicatos, partidos), a ADunicamp trazia consigo tarefas que pareciam quase impossíveis de serem cumpridas: “atuar como um sindicato, lutando pelos direitos trabalhistas dos professores, e também como uma associação de trabalhadores preocupada com a democracia, empenhada em unir-se a outras entidades semelhantes, apoiando-as. Ao mesmo tempo, deveria dar sua contribuição à Universidade pública brasileira – com o propósito de identificar qual o lugar dessa instituição em um país com as particularidades do Brasil – e à própria Unicamp, que carecia de mecanismos de decisão transparentes e abertos”. (+ ler mais)