S/A Sala Aberta – Valter Pomar

Professor de economia política internacional no Bacharelado de Relações Internacionais da Universidade Federal do ABC. Graduado em História pela Universidade de São Paulo (1996), mestre em História Econômica pela Universidade de São Paulo (2000) e doutor em História Econômica pela Universidade de São Paulo (2006). Atua nas áreas de Ciência Política (Política Internacional, especialmente América Latina e Caribe), História do Brasil República, História Moderna e Contemporânea. Coautor dos livros A Armadilha da Dívida (2001) e O Brasil Endividado (2000). Autor dos livros A estrela na janela (2014), Miscelânea Internacional (2014), A esperança é vermelha (2014), A foice, o martelo e a estrela (2014), Foro de Sâo Paulo: construindo a integração latino-americana e caribenha (2013). Coordenador do Grupo de Estudos da Fundação Perseu Abramo sobre As esquerdas e o chamado ?progressismo? na América Latina e Caribe. Editor da revista Esquerda Petista e do jornal Página 13. Integra o conselho editorial da Revista Política Latinoamericana. Foi secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores (2005-2010), secretário executivo do Foro de São Paulo (2005-2013), vice-presidente da Conferência Permanente de Partidos Políticos da América Latina (Copppal). Foi editor da revista Teoria&Debate. Integrou o conselho editorial da revista Contexto Latinoamericano e o Conselho Curador do Memorial da Anistia Política no Brasil. (texto informado pelo autor)

Category: Entrevistas
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- ADunicamp, 38 anos de história - Criada em 1977, em meio a uma ditadura militar que completava 13 anos de instalação e de forte repressão a tudo e todos que se opunham a ela (incluídos nesta conta a imprensa em geral, sindicatos, partidos), a ADunicamp trazia consigo tarefas que pareciam quase impossíveis de serem cumpridas: “atuar como um sindicato, lutando pelos direitos trabalhistas dos professores, e também como uma associação de trabalhadores preocupada com a democracia, empenhada em unir-se a outras entidades semelhantes, apoiando-as. Ao mesmo tempo, deveria dar sua contribuição à Universidade pública brasileira – com o propósito de identificar qual o lugar dessa instituição em um país com as particularidades do Brasil – e à própria Unicamp, que carecia de mecanismos de decisão transparentes e abertos”. (+ ler mais)